raisama.netHoje é sexta-feira e eu não quero terminar a semana sem um post, então lá vai.
(Na rua, um carro passa com o som alto. Só se consegue distinguir o “tum, tum, tum” característico)
<boto> (surpreendido com o barulho alto) o que é isso?
<claudio> não sei, mas é algo grave
Bom dia.
Há vários assuntos sobre os quais eu fiquei tentado a escrever há alguns dias, mas o chato é que acabo não escrevendo. Eu tenho que ter o hábito de usar meu tempo livre para anotar os textos que quero publicar, e depois publicar automaticamente, já que os textos estarão anotados no brinquedinho.
Como eu não tenho feito isso, azar de uma determinada Paçoca, que acaba tendo que me aguentar discutindo coisas como a diferença entre ser e estar, e o que significa identidade para mim.
Primeiro item da minha lista: Exorcista, o início. Não assista. Melhor dizendo: não pague para assistir. Se você puder assistir de graça, talvez valha a pena pelo pouco de diversão que você pode conseguir. É difícil falar o que não gostou de um filme sem acaber gerando um texto igualzinho àqueles que os “críticos” de cinema costumam produzir, mas vou tentar explicar os motivos pessoais para não ter gostado.
Primeiro, o filme só parece fazer sentido se você é daqueles que acreditam no tipo de coisa que a Igreja Católica enfiou na cabeça das pessoas durante os últimos séculos. Talvez nesse caso você volte para casa sem conseguir dormir depois.
Segundo, eu posso estar sendo chato demais, mas me pareceu que havia um abuso do uso de animação por computador em determinadas partes, o que tornava a coisa artificial e não convincente. O cenário da cidade aos pés das pirâmides que aparece no início foi o que primeiro me chamou a atenção. Os movimentos da “possuída” no final do filme, durante o tal “exorcismo” também não convenceram. Talvez eu esteja sendo exigente demais.
Depois, a tentativa de fazer uma cena de exorcismo “incrementada”, misturando a batalha contra os nativos, e o padre praticamente dando porrada na moça possuída, acabaram com as minhas expectativas
E para terminar tendo a certeza de que o filme realmente não iria me agradar, o ex-padre vira padre de novo. Fiquei tão emocionado com a cena. :P
Já escrevi demais, então só vou deixar o link aqui para quem tiver tempo a perder. Vendo o post de um troll na lista HPLX-L, procurei por outras mensagens desse mesmo troll em outros lugares, e achei uma mensagem sobre casamento homossexual que chega a ser cômica. Mas a parte interessante é a discussão filosófica gerada por esse post. E eu não resisto a discussões intermináveis sobre filosofia e pontos de vista pessoais sobre coisas “legais”.
A discussão me lembra as discussões igualmente intermináveis na lista de e-mails da ET-UFPR. A parte mais interessantes é comparar os pontos de vistas distintos como o do cara que apresentou a General Replicator Theory, e o ponto de vista do tal de Rich Grise. O interessante é que eu gostei de ver as idéias expostas na tal GRT, porém eu prefiro o modo de ver o mundo apresentado pelo Rich Grise.
Droga, deu vontade de gastar tempo participando da discussão. :P
Droga, eu não deveria me interessar tanto por discussões assim. :P
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