raisama.net
Eu achei isso escrito em Java mas serve para qualquer linguagem,
nunca ache que interpretar XML é algo como isso:
url = response.substring(response.indexOf("<RespURI>") + 9, response.indexOf("</RespURI>"));
Eu esperava que o Sync4j tivesse código de melhor qualidade.
Update: Oops. as tags do código não apareciam. Bah! Eu
odeio ter que cuidar para não incluir < e >
dentro de texto em html. :\
Ontem quando lia a Gazeta do Povo, me surpreendi com o texto
que encontrei na seção de cartas:
DEFESA DA LÍNGUA
Lembremo-nos de que nenhuma outra língua há de tão nobre estrutura. De
sonoridades variadíssimas, opulentas nos seus vocábulos, maleável como a
cera ou dura como o diamante, a língua portuguesa é a mais bela expressão
da inteligência humana. Defendei-a! Não deixeis que outras a invadam
e a deturpem. Não deixeis que a viciem e lhe cosam remendos aos trajes
magníficos. Defendei-a até o extremo, até a morte, como um filho defende
a mulher de quem nasceu. Defendei-a a todo o transe, apaixonadamente,
custe o que custar! É essa a vossa mais nobre missão!João Augusto Mole Any, professor, Guarapuava, PR
Já vi fanáticos por religiões, por times de futebol ou pelo seu
país. Também já vi alguns que chegavam perto do fanatismo por
ferramentas, como editores de texto, ambientes de
desktop e distribuições de Linux, mas nesses últimos
casos, eram apenas crianças ou adolescentes.
Mas não lembro de ter visto algum adulto (e professor!)
tão fanático assim por uma ferramenta
name="linguanota1back">¹ como um idioma. Agora estou
esperando o sujeito organizar agora um exército de homens-bomba para
atacar todas as pessoas e instituições que ameaçam a sua tão amada língua.
Deve faltar algum gene em mim que me impeça de enxergar o que é que
tem de tão bonito em amar o seu país ou a sua língua. Ah, se as pessoas
usassem toda essa energia para fazer algo de bom pela humanidade. (deixo
a interpretação do que é considerado “bom” ou “útil” como exercício para
o leitor).
[1] Acho que muitos discordarão
sobre o idioma ser apenas uma ferramenta (incluindo a
href="http://palavrasdescalcas.blogger.com.br">Paçoca, com quem
já discuti muito sobre isso) e, sim, gostaria de ouvir as razões de
quem discorda.
Ontem eu descobri uma coisa bem legal: XFN.
Quem precisa de um lugar centralizado para ter uma rede social? Deverei adicionar links XFN
aqui em breve. Enquanto isso, veja o Rubhub, como um
exemplo do que pode ser feito com isso. Não considero uma ferramenta ótima. Para mim
é uma prova de conceito, mas demonstra o que uma idéia simples é capaz de fazer.
Real World Semantics
é o futuro. Ou melhor: é o presente. 8)
Deu vontade de escrever uma série de ferramentas para aproveitar isso.
Update após 2 minutos: Acabo de descobrir que tem coisas mais legais ainda, como o Technorati, que colocam semântica na Web. Realmente Real World Semantics é o presente.
Outro update: Pronto, tenho uma página com links XFN, agora.
Só falta o Rubhub tratar corretamente os links do tipo “me”.
Procuro interessados para trabalhar como pesquisadores em
projetos
científicos. Empreendimento inovador, visando atingir um mercado até
hoje não atendido. Milhares de pessoas hoje procuram destruir a Terra
porém não tem a quem recorrer para obter esse serviço. Ofereço participação
nos lucros. Investimento de longo prazo, mas com resultados garantidos.
Cuidado, baboseira inútil abaixo. Idéias provenientes de meia hora de insônia.
Ontem vi o clip de Bachelorette, da Björk. Tem dois detalhes interessantes:
primeiro, o livro é como um quine:
ele conta a própria história. Ou melhor: ele escreve a própria história.
Depois, a continuação do clip é recursiva. Isso me deixou inspirado
e resolvi escrever o código do clip. Aí vai:
class Cenario: """Cenário onde se pode representar a história Pode ser um video-clip, um teatro ou qualquer meio onde se possa representar uma história. """ def contar_historia(self, bjork): """A história de Bachelorette""" livro = self.criar_objeto(tipo=Livro) # a implementação de livro.auto_escrever() # já seria bastante interessante, por ser um Quine livro.auto_escrever() editor = self.criar_objeto(tipo=Editor) editor.publicar_livro(livro, autor=bjork) # Aqui, criamos um objeto Teatro, que é sub-classe de Cenario, # dentro do cenário atual teatro = self.criar_objeto(tipo=Teatro) # chamada recursiva 8) teatro.contar_historia(bjork) # Criamos a Björk. Ela é a mesma em todas as recursões 8) bjork = Bjork() # Clip também deverá ser sub-classe de Cenario clip = Clip() clip.contar_historia(bjork)
Deixo a definição de Teatro, Livro, Editor,
Bjork, e criar_objeto como um exercício para o leitor.
Ah, tem outro detalhe: naturalmente, como toda recursão infinita ela
capota em um determinado ponto. Geralmente quando se estoura
a pilha. No caso do clipe, a qualidade das representações dos cenários
foi diminuindo gradualmente. Até todo o processo ser abortado porque o
limite de recursão foi atingido.
Eu não acredito que eu vou publicar isso…
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