raisama.netOlá.
Dia primeiro eu voltei das minhas férias.
Eu enrolei demais para colocar algum conteúdo aqui, agora tem coisa demais para falar.
Planet Mandriva está no ar. Este blog está lá. Aparentemente, sou o único que posta em português. Espero que posteriormente ele tenha algum tipo de suporte multilíngua. Também é um incentivo para eu escrever coisas em inglês, quando for o caso (com a devida categorização).
It seems that I am the only portuguese-speaker on Planet Mandriva. Non-portuguese-speakers, sorry for the inconvenience. I expect to see some multilingual support there. I plan to have some content in english, here, someday (with the proper categorization), later.
É legal. :D
Assistimos ontem. Está passando em dois cinemas na cidade inteira.
Não se assustem quando ouvirem um cara falando em português. Você não entrou numa sessão dublada: eles fizeram algo que eu nunca tinha visto em filme nenhum: o filme é legendado, mas há coisas dubladas (especificamente, a voz do narrador do Guia). Deve ser porque em algumas partes misturar legenda do narrador e dos personagens ia ficar confuso. A voz é do José Wilker, mas basta você ignorar esse fato e fazer de conta que o texto falado foi o mesmo do livro, e que a voz não é a dele.
De resto, é legal. Bem melhor do que eu esperava. Não espere fidelidade absoluta ao livro, como em qualquer filme. Mas as piadas ficaram legais, as adições ficaram boas (os Vogons ficaram muito bons). O Arthur tem cara de Arthur, a Trillian ficou realmente com cara de Trillian (a Trillian do seriado da BBC quase estraga tudo: não tem nada a ver com a do livro), o Ford também ficou com cara de Ford, o Marvin não ficou do jeito que eu imaginava, mas ficou razoável. E os Vogons ficaram perfeitos.
Já assistiram Bagdad Cafe? Nós assistimos só o começo, porque o nosso adorável drive de DVD não funciona direito, mais.
Eu havia ficado intrigado com aquelas “coisas” que brilhavam no céu, em algumas cenas. Hoje descobri que são halos, após encontrar uma página muito interessante sobre óptica atmosférica. A página inclui informações técnicas sobre coisas como arco-íris e os halos, desde os mais comuns até os mais raros. Os que aparecem no filme são parecidos com os infralaterais. Achei curioso não ter nenhuma foto de algum desse tipo na página.
Comente!Bom dia.
Há vários assuntos sobre os quais eu fiquei tentado a escrever há alguns dias, mas o chato é que acabo não escrevendo. Eu tenho que ter o hábito de usar meu tempo livre para anotar os textos que quero publicar, e depois publicar automaticamente, já que os textos estarão anotados no brinquedinho.
Como eu não tenho feito isso, azar de uma determinada Paçoca, que acaba tendo que me aguentar discutindo coisas como a diferença entre ser e estar, e o que significa identidade para mim.
Primeiro item da minha lista: Exorcista, o início. Não assista. Melhor dizendo: não pague para assistir. Se você puder assistir de graça, talvez valha a pena pelo pouco de diversão que você pode conseguir. É difícil falar o que não gostou de um filme sem acaber gerando um texto igualzinho àqueles que os “críticos” de cinema costumam produzir, mas vou tentar explicar os motivos pessoais para não ter gostado.
Primeiro, o filme só parece fazer sentido se você é daqueles que acreditam no tipo de coisa que a Igreja Católica enfiou na cabeça das pessoas durante os últimos séculos. Talvez nesse caso você volte para casa sem conseguir dormir depois.
Segundo, eu posso estar sendo chato demais, mas me pareceu que havia um abuso do uso de animação por computador em determinadas partes, o que tornava a coisa artificial e não convincente. O cenário da cidade aos pés das pirâmides que aparece no início foi o que primeiro me chamou a atenção. Os movimentos da “possuída” no final do filme, durante o tal “exorcismo” também não convenceram. Talvez eu esteja sendo exigente demais.
Depois, a tentativa de fazer uma cena de exorcismo “incrementada”, misturando a batalha contra os nativos, e o padre praticamente dando porrada na moça possuída, acabaram com as minhas expectativas
E para terminar tendo a certeza de que o filme realmente não iria me agradar, o ex-padre vira padre de novo. Fiquei tão emocionado com a cena. :P
Já escrevi demais, então só vou deixar o link aqui para quem tiver tempo a perder. Vendo o post de um troll na lista HPLX-L, procurei por outras mensagens desse mesmo troll em outros lugares, e achei uma mensagem sobre casamento homossexual que chega a ser cômica. Mas a parte interessante é a discussão filosófica gerada por esse post. E eu não resisto a discussões intermináveis sobre filosofia e pontos de vista pessoais sobre coisas “legais”.
A discussão me lembra as discussões igualmente intermináveis na lista de e-mails da ET-UFPR. A parte mais interessantes é comparar os pontos de vistas distintos como o do cara que apresentou a General Replicator Theory, e o ponto de vista do tal de Rich Grise. O interessante é que eu gostei de ver as idéias expostas na tal GRT, porém eu prefiro o modo de ver o mundo apresentado pelo Rich Grise.
Droga, deu vontade de gastar tempo participando da discussão. :P
Droga, eu não deveria me interessar tanto por discussões assim. :P
Comente!Eu e a Kátia assistimos Super Size Me. Recomendado. É no mínimo divertido. Além do grande incentivo para comer decentemente (coisa que não tenho feito recentemetne, mas estou começando a fazer).
Comente!Sim, mais um post no mesmo dia.
Ontem fomos no Cine Plaza (!), acho que o último lugar em Curitiba onde ainda estava passando Matrix Revolutions (é, eu ainda não tinha assistido). Nossa, quando entrei lá, me lembrei de quando eu tinha uns 5 ou 6 anos e minha mãe me levava para assistir filme dos trapalhões. Uma sensação muito estranha. E como aquela sala é grande. As salas desses cinemas novos são tão minúsculas. E se for comparar, o som estava bem melhor do que aquele do cinema do shopping barigui (o som estava horrível lá no barigui).
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