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	<title>Eduardo Habkost / diary</title>
	<link>http://raisama.net/diary</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:29:09 +0000</pubDate>
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		<title>Desde pequeninho, o estado só quer crescer</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2008/07/18/miniaturas-de-estados</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Rants&#038;Críticas</category>
	<category>Opinião</category>
	<category>Política</category>
	<category>Em Português</category>
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		<description><![CDATA[Vi no OrdemLivre o relato de casos interessantes de associações de moradores que vêm aparecendo em São Paulo. Do editorial do Estadão:

Geralmente esses condomínios começam a se formar de maneira despretensiosa. Alguns moradores se unem para arrecadar recursos para melhorar a coleta do lixo ou para pagar um vigia noturno. Depois, os serviços vão sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi no <a href="http://www.ordemlivre.org/blog/?p=172">OrdemLivre</a> o relato de <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080716/not_imp206622,0.php">casos interessantes de associações de moradores</a> que vêm aparecendo em São Paulo. Do editorial do Estadão:</p>

<blockquote><em>Geralmente esses condomínios começam a se formar de maneira despretensiosa. Alguns moradores se unem para arrecadar recursos para melhorar a coleta do lixo ou para pagar um vigia noturno. Depois, os serviços vão sendo ampliados, com a extensão do horário de trabalho dos vigias e dos serviços de varredura das ruas, por exemplo. Mais tarde, instala-se, em área pública, uma guarita com cancela no principal ponto de entrada do bairro. Depois, fecham-se as ruas do bairro ao tráfego de passagem ou de veículos de fora. <strong>Por fim, constitui-se uma sociedade que passa a impor a todos os moradores mensalidades crescentes.</strong></em> [<a href="#minestados-footnote-cresce" name="minestados-volta-cresce">1</a>]</blockquote>

<p>(grifo meu)</p>

<p>Ei! Peraí! Isso não é <strong>exatamente</strong> o que o governo federal, estadual e as prefeituras fazem com a população, há muito tempo?</p>

<p>Outra observação interessante:</p>

<p><blockquote><em>O advogado e jornalista Nicodemos Sposato Neto, [&#8230;] observa: &#8220;Não há contrato, não há nada, então as pessoas não podem ser cobradas por algo que não contrataram.&#8221;</em></blockquote><blockquote></blockquote></p>

<p>E quando foi que eu assinei um contrato com o governo federal, com o governo estadual e com a prefeitura?</p>

<p>Dá até para pegar vários trechos do editorial e trocar &#8220;associação de bairro&#8221; por &#8220;estado brasileiro&#8221;. Vamos fazer um teste:</p>

<blockquote><del>Associações de bairros</del><ins>O estado</ins>, criado por iniciativa de alguns moradores apropriou-se do espaço público, fechando-o às pessoas de fora, e tornou-se um poder <del datetime="2008-07-18T12:36:34+00:00">paralelo</del> [nesse caso, não necessariamente é paralelo, mas só porque não havia concorrência] que impõe sanções financeiras pesadas aos que delas não querem participar, sob o argumento de que o objetivo é aumentar a segurança e melhorar as condições de vida no local. Os exemplos se multiplicam e podem ser constatados, <del datetime="2008-07-18T12:36:34+00:00">além de São Paulo, em Cotia, Carapicuíba, São José dos Campos, Vargem Grande Paulista, Valinhos, Mairinque e Caraguatatuba</del><ins datetime="2008-07-18T12:36:34+00:00">além de no Brasil, em outras regiões das Américas, na Europa, na Ásia, na África, e na Oceania.</ins>.</blockquote>

<p>Ei! Funciona!  8)</p>

<p>Eu não estou nem mesmo tentando argumentar que o estado não deva existir, e que seja melhor sem ele que com ele (apesar de eu tender a achar isso). O meu ponto é que mesmo que alguém ache que o estado é necessário, &#8220;bom&#8221;, e importante, ele é tão legítimo quanto qualquer associação de moradores que resolve impor contribuições a quem mora dentro de determinada área[<a href="#minestados-footnote-demo" name="minestados-volta-demo">2</a>].</p>

<hr />

<p>[<a href="#minestados-volta-cresce" name="minestados-footnote-cresce">1</a>] O que fez eu achar esses casos interessantes é que eu realmente não esperava que uma miniatura de estado fosse ter uma &#8220;vontade de crescer&#8221; assim, desde pequena.</p>

<p>[<a href="#minestados-volta-demo" name="minestados-footnote-demo">2</a>] Alguém pode dizer &#8220;mas nós temos democracia! as contribuições ao estado não são imposições. a gente vota&#8221;. As associações também podem ser &#8220;democráticas&#8221;. suponha que haja votação nas associações: se 51% dos moradores daquela região resolverem que todo mundo tem que contribuir para a associação, os que discordam são forçados a contribuir. Do mesmo jeito que acontece quando 51% dos representantes da população (por alguns instantes, vamos supor que o legislativo realmente representa a população) acha que todo o resto deve ser obrigado a alguma coisa. Enfim, acho que todo mundo já ouviu aquele ditado sobre 2 lobos e uma ovelha decidindo o que ter para o jantar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Calculador de tarifa de taxi em Curitiba</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2008/05/26/calculador-de-taxi</link>
		<comments>http://raisama.net/diary/archive/2008/05/26/calculador-de-taxi#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 17:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Nerd</category>
	<category>Ferramentas</category>
	<category>Projetos</category>
	<category>Paçoca</category>
	<category>Em Português</category>
	<category>Programming</category>
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		<description><![CDATA[Hackzinho do final de semana: calculador de tarifa de taxi em Curitiba. A idéia foi da Paçoca, quando estávamos tentando descobrir quanto ia custar voltar para casa caso perdêssemos o último ônibus.

Tem coisas que podem ser melhoradas depois: adicionar outras cidades; permitir que caminhos alternativos sejam escolhidos simplesmente arrastando a linha (como no site do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hackzinho do final de semana: <a href="http://raisama.net/taxi/">calculador de tarifa de taxi em Curitiba</a>. A idéia foi da <a href="http://katia.raisama.net">Paçoca</a>, quando estávamos tentando descobrir quanto ia custar voltar para casa caso perdêssemos o último ônibus.</p>

<p>Tem coisas que podem ser melhoradas depois: adicionar outras cidades; permitir que caminhos alternativos sejam escolhidos simplesmente arrastando a linha (como no site do Google Maps); permitir busca pelo nome do local e não apenas pelo endereço; permitir que o local de origem ou destino seja escolhido clicando no mapa; tratar erros direito (por exemplo, quando um endereço não é encontrado); detectar quando o endereço de destino é fora do município para adicionar a taxa de retorno; arranjar uma maneira de eu ficar sabendo rapidamente quando a tarifa de taxi for reajustada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E dá-lhe regulamentação</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2008/04/28/regulamentando</link>
		<comments>http://raisama.net/diary/archive/2008/04/28/regulamentando#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 15:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Rants&#038;Críticas</category>
	<category>Opinião</category>
	<category>Política</category>
	<category>Leis</category>
	<category>Em Português</category>
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		<description><![CDATA[O que dá se você juntar uma tentativa de roubar mais dinheiro dos outros com uma tentativa de impedir gente de trabalhar? O Projeto de Lei do Senado 607/2007. Se eu entendi direito, ele vai ser votado amanhã um requerimento relacionado aos trâmites burocráticos do projeto será votado amanhã.

Trechos do projeto de lei:

&#8220;Art. 22. Todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que dá se você juntar uma tentativa de roubar mais dinheiro dos outros com uma tentativa de impedir gente de trabalhar? O <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/Detalhes.asp?p_cod_mate=82918">Projeto de Lei do Senado 607/2007</a>. Se eu entendi direito, <del datetime="2008-04-29T13:07:23+00:00">ele vai ser votado amanhã</del> <ins datetime="2008-04-29T13:07:23+00:00">um requerimento relacionado aos trâmites burocráticos do projeto será votado amanhã</ins>.</p>

<p>Trechos do projeto de lei:</p>

<blockquote><em>&#8220;Art. 22. Todo profissional de Informática, habilitado na forma da presente Lei, para o exercício da profissão, deverá inscrever-se no Conselho Regional de Informática de sua área de atuação.&#8221;</em></blockquote>

<blockquote><em>&#8220;Art. 27. Exerce ilegalmente a profissão de Analista de Sistemas:<br />
           I - a pessoa física ou jurídica que exercer atividades privativas do Analista de Sistemas e que não possuir registro nos Conselhos Regionais de Informática;&#8221;</em></blockquote>

<blockquote><em>&#8220;Art. 28. Os profissionais registrados nos Conselhos Regionais de Informática, de conformidade com esta Lei, estão obrigados ao pagamento de uma anuidade aos Conselhos a cuja jurisdição pertençam.&#8221;</em></blockquote>

<p>Puta que pariu.</p>

<p>Ah: e se você não tem diploma e hoje trabalha em algo que seja considerado trabalho de um analista de sistemas ou técnico de informática há menos de 5 ou 4 anos respectivamente, você vai perder o emprego se o projeto for aprovado.</p>

<blockquote><em>&#8220;Art. 2° Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no País:<br />
           I - os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;<br />
           II - os diplomados por escolas estrangeiras reconhecidas pelas leis de seu País e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;<br />
           III -  os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo cinco anos, a função de Analista de Sistemas e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática.&#8221;</em></blockquote>

<blockquote><em>&#8220;Art. 3° Poderão exercer a profissão de Técnico de Informática:<br />
           I - os portadores de diploma de ensino médio ou equivalente, de Curso Técnico de Informática ou de Programação de Computadores, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;<br />
           II - os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo quatro anos, a função de Técnico de Informática e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática.&#8221;</em></blockquote>

<p>Puta que pariu de novo.</p>
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		<title>Modernizando o uso do dinheiro público</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2008/04/24/estatal-adwords</link>
		<comments>http://raisama.net/diary/archive/2008/04/24/estatal-adwords#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 20:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Rants&#038;Críticas</category>
	<category>Opinião</category>
	<category>Política</category>
	<category>Em Português</category>
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		<description><![CDATA[Caso alguém ainda não saiba, eu sou contra o uso de dinheiro público para qualquer tipo de propaganda. Na verdade acho que estatal não deveria existir, mas já que existe, que use o dinheiro direito. Gastar em propaganda é a melhor maneira de desperdiçar e de fazer troca de favores usando o dinheiro dos outros.

Hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caso alguém ainda não saiba, eu sou contra o uso de dinheiro público para qualquer tipo de propaganda. Na verdade acho que estatal não deveria existir, mas já que existe, que use o dinheiro direito. Gastar em propaganda é a melhor maneira de desperdiçar e de fazer troca de favores usando o dinheiro dos outros.</p>

<p>Hoje eu descobri que o nosso querido governo está se modernizando nas técnicas para desperdiçar dinheiro. Por que gastar dinheiro apenas em revistas e jornais? Vamos gastar o dinheiro dos outros em propaganda na Internet!</p>

<p><a href="http://www.google.com.br/search?q=ag%C3%AAncias+banco&amp;ie=utf-8&amp;hl=pt-br"><img src="http://raisama.net/img/estatal-adwords.png" alt="Link patrocinado no Google: Banco Agência, www.caixa.gov.br, na busca por [agências banco]" title="" /></a></p>

<p><a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-br&amp;q=ag%C3%AAncias+caixa+economica&amp;ie=utf-8"><img src="http://raisama.net/img/estatal-adwords-2.png" alt="Link patrocinado no Google: Agências Caixa Econômica, www.caixa.gov.br, na busca por [agências caixa economica]" title="" /></a></p>

<p>Outra busca que mostrou anúncio da Caixa Econômica Federal: <a href="http://www.google.com.br/search?q=atendimento+caixa+econ%C3%B4mica&amp;hl=pt-br">[atendimento caixa econômica]</a>. Se alguém encontrar outras palavras-chave que mostram anúncios de estatais, avise nos comentários.</p>

<p><strong>Update 02/Maio/2008:</strong> Mais uma estatal para a lista: o Bando do Brasil também está gastando em AdWords:</p>

<p><a href="http://www.google.com/search?q=agencias+bb&amp;ie=UTF-8&amp;oe=UTF-8"><img src="http://raisama.net/img/adwords-bb.png" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dois Mais Dois</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2008/04/04/dois-mais-dois</link>
		<comments>http://raisama.net/diary/archive/2008/04/04/dois-mais-dois#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 01:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Nostalgia</category>
	<category>Interessante</category>
	<category>Em Português</category>
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		<description><![CDATA[A revista Superinteressante publicou um arquivo das suas edições antigas com (quase) todo o conteúdo. Minha maior felicidade é agora poder ler (quase) todos os artigos da seção que era a minha preferida: Dois Mais Dois, do Luiz Barco.

Em agosto de 2000 a seção foi extinta, quando a revista foi &#8220;reformulada&#8221;. O Ademar teve um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Superinteressante publicou <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/index_superarquivo.shtml">um arquivo das suas edições antigas</a> com (quase) todo o conteúdo. Minha maior felicidade é agora poder ler (quase) todos os artigos da seção que era a minha preferida: <em>Dois Mais Dois</em>, do Luiz Barco.</p>

<p>Em agosto de 2000 a seção foi extinta, quando a revista foi &#8220;reformulada&#8221;. O <a href="http://www.ademar.org/">Ademar</a> teve um comentário seu sobre isso <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118778.shtml">publicado na seção de cartas</a>.</p>

<p>Não parece haver um índice por seção, e como eu tenho preguiça de visitar página a página procurando os artigos, mandei o computador fazer o trabalho braçal. E o resultado é a seguinte lista de links.</p>

<p><a id="more-1332"></a></p>

<p>Alguns artigos não parecem estar nos arquivos, mas estão listados abaixo para que a lista fique completa.</p>

<p><h5>1987</h5><ul>
<li>Edição 1: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1987/conteudo_110920.shtml">O cientista é um privilegiado leitor da natureza</a></li>
<li>Edição 2: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1987/conteudo_110953.shtml">Sem perceber, todos matematizam. Até as plantas</a></li>
<li>Edição 3: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1987/conteudo_110979.shtml">Façam o seu jogo, mas não tenham ilusões</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1988</h5><ul>
<li>Edição 4: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111010.shtml">A magia dos grandes números</a></li>
<li>Edição 5: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111066.shtml">Grandes números, pequenos homens</a></li>
<li>Edição 6: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111077.shtml">Como era dura a vida sem o zero</a></li>
<li>Edição 7: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111131.shtml">O piano e a tábua de logaritimo</a></li>
<li>Edição 8: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111164.shtml">Receita contra a ansiedade matemática</a></li>
<li>Edição 9: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111196.shtml">Pelos dedos, de dez em dez</a></li>
<li>Edição 10: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111253.shtml">De dez em dez ou de dois em dois</a></li>
<li>Edição 11: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111255.shtml">O grande mistério da margem pequena</a></li>
<li>Edição 12: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111324.shtml">O homem e a máquina</a></li>
<li>Edição 13: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111340.shtml">Duas estacas e uma cabeça</a></li>
<li>Edição 14: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111381.shtml">Em busca do infinito</a></li>
<li>Edição 15: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111438.shtml">Você sabe escrever um bilhão?</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1989</h5><ul>
<li>Edição 16: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111464.shtml">A alavanca de Arquimedes</a></li>
<li>Edição 17: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111524.shtml">Os deuses, humanos como todos nós</a></li>
<li>Edição 18: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111548.shtml">Geometria com urso e sem urso</a></li>
<li>Edição 19: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111602.shtml">Lenda e realidade de Pitágoras</a></li>
<li>Edição 20: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111623.shtml">O universo das probabilidades</a></li>
<li>Edição 21: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111657.shtml">Não tenha vergonha de contar nos dedos</a></li>
<li>Edição 22: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111717.shtml">A quadratura do círculo e o pi</a></li>
<li>Edição 23: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111731.shtml">A infinita curva floco de neve</a></li>
<li>Edição 24: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111778.shtml">Sem régua nem compasso</a></li>
<li>Edição 25: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111815.shtml">As aparências enganam</a></li>
<li>Edição 26: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111852.shtml">Computadores, segredos e os números primos</a></li>
<li>Edição 27: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111880.shtml">Aritmética com cascas e sabor de melancia</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1990</h5><ul>
<li>Edição 28: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_111902.shtml">Equações de terceiro grau e a vocação de Marc Kac.</a></li>
<li>Edição 29: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_111953.shtml">O antigo e o novo convivem em perfeita harmonia</a></li>
<li>Edição 30: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_111994.shtml">Corvos pretos, vacas azuis e o método científico</a></li>
<li>Edição 31: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112019.shtml">Certezas e incertezas no jogo das probabilidades</a></li>
<li>Edição 32: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112058.shtml">Imaginação ajuda a dominar conceitos matemáticos</a></li>
<li>Edição 33: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112127.shtml">A imaginária e lógica quarta dimensão</a></li>
<li>Edição 34: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112139.shtml">E se todos fossem ao mesmo cinema ao mesmo tempo?</a></li>
<li>Edição 35: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112172.shtml">A lógica que acabou com a própria lógica</a></li>
<li>Edição 36: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112220.shtml">Tudo é permitido quando a imaginação não é pequena</a></li>
<li>Edição 37: <a title="Artigo não publicado"><em>Lições de Geometria de Napoleão Bonaparte</em></a></li>
<li>Edição 38: <a title="Artigo não publicado"><em>Trajetória de um problema retrata ensino decadente</em></a></li>
<li>Edição 39: <a title="Artigo não publicado"><em>Frações e contas em lugar de equações e incógnitas</em></a></li>
</ul></p>

<p><h5>1991</h5><ul>
<li>Edição 40: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112416.shtml">A geometria instintiva das abelhas</a></li>
<li>Edição 41: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112455.shtml">Deslocamento paraláctico e o cálculo das distâncias</a></li>
<li>Edição 42: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112479.shtml">A caminhada do bêbado e o Teorema de Pitágoras</a></li>
<li>Edição 43: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112505.shtml">Uma vela e uma bola para explicar as cônicas</a></li>
<li>Edição 44: <a title="Artigo não publicado"><em>A força sutil das analogias para resolver problemas</em></a></li>
<li>Edição 45: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112576.shtml">A matemática não foi feita para chatear ninguém</a></li>
<li>Edição 46: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112614.shtml">A Matemática no tempo das pombas falantes</a></li>
<li>Edição 47: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112665.shtml">A conjectura de Steiner e os caminhos mais curtos</a></li>
<li>Edição 48: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112691.shtml">Empilhar bolas e laranjas é questão de Geometria</a></li>
<li>Edição 49: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112778.shtml">Nem só de xis vive a Matemática</a></li>
<li>Edição 50: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112811.shtml">Artes do computador revolucionam cálculo</a></li>
<li>Edição 51: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1991/conteudo_112827.shtml">O brilho dos vaga-lumes intriga os matemáticos</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1992</h5><ul>
<li>Edição 52: <a title="Artigo não publicado"><em>Viagem pelos caminhos dos números naturais</em></a></li>
<li>Edição 53: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_112924.shtml">Na Matemática e no humor o absurdo é o mesmo</a></li>
<li>Edição 54: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_112963.shtml">As diabruras dos números interessantes</a></li>
<li>Edição 55: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113010.shtml">Em vez de equações, tente usar a cabeça</a></li>
<li>Edição 56: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113030.shtml">A armadilha dos logaritmos</a></li>
<li>Edição 57: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113069.shtml">Cientistas brasileiros decidem o &#8220;indecidível&#8221;</a></li>
<li>Edição 58: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113125.shtml">A quarta dimensão que ninguém enxerga</a></li>
<li>Edição 59: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113148.shtml">Dimensões fracionárias geram os fractais</a></li>
<li>Edição 60: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113195.shtml">Professor também se enrosca para resolver problemas</a></li>
<li>Edição 61: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113271.shtml">Soluções criativas contra o tédio dos currículos</a></li>
<li>Edição 62: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113298.shtml">Os truques matemáticos dos sobrinhos do Pato Donald</a></li>
<li>Edição 63: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113333.shtml">Um jeito diferente e criativo de aprender a tabuada</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1993</h5><ul>
<li>Edição 64: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113397.shtml">Raciocínio solidário derrota o arbítrio e a intolerância</a></li>
<li>Edição 65: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113449.shtml">O raciocínio incrivelmente lógico das galinhas de penacho</a></li>
<li>Edição 66: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113494.shtml">Vale tudo na resolução de problemas matemáticos</a></li>
<li>Edição 67: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113499.shtml">Bate-papos e abacaxis dão sabor à Matemática</a></li>
<li>Edição 68: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113540.shtml">Lição de matemática vira castigo na escola</a></li>
<li>Edição 69: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113623.shtml">Por que desmoronam as pirâmides da sorte</a></li>
<li>Edição 70: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113658.shtml">Números primos, o tesouro da Matemática</a></li>
<li>Edição 71: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113717.shtml">O pequeno mágico dos algarismos</a></li>
<li>Edição 72: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113767.shtml">Desvendado o misterioso último teorema de Fermat</a></li>
<li>Edição 73: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113785.shtml">A inesgotável fonte dos números primos</a></li>
<li>Edição 74: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113847.shtml">Mais um, dois, três e menos sete, oito nove</a></li>
<li>Edição 75: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113915.shtml">Os sete elos da pulseira do marinheiro</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1994</h5><ul>
<li>Edição 76: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_113936.shtml">O exercício mágico da Matemática</a></li>
<li>Edição 77: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_113974.shtml">Em que estrelas se escondem nossos irmãos?</a></li>
<li>Edição 78: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114033.shtml">Jogo-da-velha no Sítio do Pica-pau Amarelo</a></li>
<li>Edição 79: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114062.shtml">A história que Monteiro Lobato não escreveu</a></li>
<li>Edição 80: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114164.shtml">O jardineiro, a elipse e as leis de Kepler</a></li>
<li>Edição 81: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114191.shtml">A prática do vendedor e a teoria do arquiteto</a></li>
<li>Edição 82: <a title="Artigo não publicado"><em>A geometria do cafezinho na ausência de gravidade</em></a></li>
<li>Edição 83: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114252.shtml">O problema que veio do túmulo</a></li>
<li>Edição 84: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114290.shtml">Matemática ajuda a combater perda de memória</a></li>
<li>Edição 85: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114338.shtml">O Jogo do 15 e suas trilhões de possibilidades</a></li>
<li>Edição 86: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114385.shtml">As pérolas que levam ao céu</a></li>
<li>Edição 87: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1994/conteudo_114423.shtml">Arquimedes e o paquiderme</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1995</h5><ul>
<li>Edição 88: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114485.shtml">O retângulo mais agradável</a></li>
<li>Edição 89: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114543.shtml">Ir à Lua cortando papel</a></li>
<li>Edição 90: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114606.shtml">Mil anos pagando</a></li>
<li>Edição 91: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114634.shtml">O limite dos grandes números</a></li>
<li>Edição 92: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114703.shtml">Letras que levam números</a></li>
<li>Edição 93: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114736.shtml">O xis de Dona Carmo</a></li>
<li>Edição 94: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114762.shtml">As lajotas de Apolônio</a></li>
<li>Edição 95: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114801.shtml">Que horas são?</a></li>
<li>Edição 96: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114849.shtml">A mágica que ensina</a></li>
<li>Edição 97: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114908.shtml">Mistério à margem do livro</a></li>
<li>Edição 98: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114976.shtml">Lições de lógica em Mug-Tug</a></li>
<li>Edição 99: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_115022.shtml">Tirando quadrados da cartola</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1996</h5><ul>
<li>Edição 100: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115053.shtml">Mimo matemático</a></li>
<li>Edição 101: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115116.shtml">Arquimedes e a coroa do rei</a></li>
<li>Edição 102: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115167.shtml">A fórmula do desastre</a></li>
<li>Edição 103: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115222.shtml">Um bom golpe de vista</a></li>
<li>Edição 104: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115280.shtml">O que vem depois?</a></li>
<li>Edição 105: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115340.shtml">Matemática com carinho</a></li>
<li>Edição 106: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115416.shtml">O mágico do Uruguai</a></li>
<li>Edição 107: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115522.shtml">Liberdade para o raciocínio</a></li>
<li>Edição 108: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115527.shtml">Um problema para o carteiro</a></li>
<li>Edição 109: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115580.shtml">O melhor amigo do homem</a></li>
<li>Edição 110: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115658.shtml">Vendedor de problemas</a></li>
<li>Edição 111: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115701.shtml">Identidades embaralhadas</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1997</h5><ul>
<li>Edição 112: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_115784.shtml">A laranja, a Terra e o rato</a></li>
<li>Edição 113: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_115828.shtml">Até tu, Brutus?</a></li>
<li>Edição 114: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_115883.shtml">Doces puxões de orelha</a></li>
<li>Edição 115: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_115954.shtml">O mundo de cabeça para baixo</a></li>
<li>Edição 116: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116004.shtml">Viagens só possíveis na mente</a></li>
<li>Edição 117: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116075.shtml">A melhor hora para viajar</a></li>
<li>Edição 118: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116109.shtml">O velho truque da nota</a></li>
<li>Edição 119: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116177.shtml">A matemática do som</a></li>
<li>Edição 120: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116248.shtml">Mas esse aniversário é possível?</a></li>
<li>Edição 121: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116335.shtml">Parece mas não é</a></li>
<li>Edição 122: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116384.shtml">Mágicas em Belém</a></li>
<li>Edição 123: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116456.shtml">Justiça a qualquer preço</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1998</h5><ul>
<li>Edição 124: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_116502.shtml">Filosomática ou Matelosofia?</a></li>
<li>Edição 125: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_116567.shtml">O jogo da amarelinha</a></li>
<li>Edição 126: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_116623.shtml">Juros milionários</a></li>
<li>Edição 127: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_116672.shtml">A evolução em jogo</a></li>
<li>Edição 128: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_116748.shtml">Onde anda a imaginação?</a></li>
<li>Edição 129: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_116818.shtml">Mistério do Oriente</a></li>
<li>Edição 130: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_116892.shtml">Conhecimento dos limites</a></li>
<li>Edição 131: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_116961.shtml">Letras que valem números</a></li>
<li>Edição 132: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_117046.shtml">Mil maneiras de contar</a></li>
<li>Edição 133: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_117103.shtml">Rabiscos matemáticos</a></li>
<li>Edição 134: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_117186.shtml">Contas que revelam gênios</a></li>
<li>Edição 135: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_117247.shtml">Vitória líquida e certa</a></li>
</ul></p>

<p><h5>1995</h5><ul>
<li>Edição 136: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117314.shtml">Não é o que parece</a></li>
<li>Edição 137: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117366.shtml">Matemática sem dor</a></li>
<li>Edição 138: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117420.shtml">Esqueça a álgebra</a></li>
<li>Edição 139: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117449.shtml">Matemática sem números</a></li>
<li>Edição 140: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117525.shtml">As armadilhas da lógica</a></li>
<li>Edição 141: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117577.shtml">Nem tudo é o que parece ser</a></li>
<li>Edição 142: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117622.shtml">O Teorema de Meneses</a></li>
<li>Edição 143: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117704.shtml">As regras do matematiquês</a></li>
<li>Edição 144: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117772.shtml">A geometria a serviço da imaginação</a></li>
<li>Edição 145: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117894.shtml">Uma calculadora maluca</a></li>
<li>Edição 146: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_117988.shtml">As pontes de Koenisberg</a></li>
<li>Edição 147: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_118053.shtml">Pitágoras e a formiga</a></li>
</ul></p>

<p><h5>2000</h5><ul>
<li>Edição 148: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118142.shtml">Como desmontar frações</a></li>
<li>Edição 149: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118234.shtml">De dedução em dedução&#8230;</a></li>
<li>Edição 150: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118286.shtml">Dobraduras mágicas</a></li>
<li>Edição 151: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118351.shtml">Divisão salomônica</a></li>
<li>Edição 152: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118422.shtml">Cálculo orbital</a></li>
<li>Edição 153: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118487.shtml">Números que dizem aonde vão</a></li>
<li>Edição 154: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118548.shtml">Geometria verdejante</a></li>
</ul></p>
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		<title>Veículo</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2008/02/22/veiculo</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 20:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Ferramentas</category>
	<category>Pessoal</category>
	<category>Em Português</category>
	<category>Hardware</category>
	<category>Brinquedos</category>
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		<description><![CDATA[Depois de muito tempo me locomovendo a pé ou de ônibus pela cidade, finalmente adquiri um veículo:


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muito tempo me locomovendo a pé ou de ônibus pela cidade, finalmente adquiri um veículo:</p>

<p><a href="http://flickr.com/photos/ehabkost/2282599442/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2062/2282599442_c9799f0979_m.jpg" width="240" height="180" alt="Bicicleta"  /></a></p>
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		<title>Dear lazyweb,</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2008/01/21/uol-voip-gpl</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 14:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Nerd</category>
	<category>Curiosidades</category>
	<category>Leis</category>
	<category>Em Português</category>
	<category>Lazyweb</category>
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		<description><![CDATA[Me mandaram um caso curioso de mais um software do UOL com licença esquisita (como no caso do Acelerador UOL, que era uma violação da GPL e deu trabalho para resolver). Mas hoje eu estou com preguiça de investigar do que se trata de verdade, por isso vou colocar as informações que encontrei aqui, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me mandaram um caso curioso de mais um software do UOL com licença esquisita (como no caso do <a href="http://www.raisama.net/diary/archive/2005/03/15/2005-03-15-17-58">Acelerador UOL</a>, que era uma violação da GPL e <a href="http://www.halldolivro.com.br/doutord/main.asp?link=aceleradoruol">deu trabalho para resolver</a>). Mas hoje eu estou com preguiça de investigar do que se trata de verdade, por isso vou colocar as informações que encontrei aqui, e o resto da humanidade que se vire para investigar.</p>

<p>O UOL tem um produto chamado <a href="http://voip.uol.com.br/">UOL Voip</a>. A <a href="http://dellalibera.sourceforge.net/uol-GPL.jpg">tela &#8220;sobre&#8221; do software</a> tem o texto da GPL. Porém não parece haver nada que indique <em>o que</em> está sob a GPL, e onde encontrar o código sob a GPL (que a partir da tela, não há como saber se pertence ao UOL ou a terceiros).</p>

<p>Daniel de Oliveira <a href="http://pidgin.im/pipermail/devel/2007-August/002184.html">notou  isso</a> há algum tempo, e <a href="http://gplviolation.blogspot.com/">publicou as informações que encontrou</a> em um blog. Segundo reportado pelo Daniel, o UOL Voip parece ser baseado no Pidgin, mas o UOL nega isso.</p>

<p>Em uma resposta ao Daniel, alguém apontou para o <a href="http://messenger.uol.com.br/codigo_fonte.jhtm">código do UOL Messenger</a>, que parece ser baseado no Pidgin também.</p>

<p>Mas a situação não está muito clara. Então o que eu espero que o resto da humanidade verifique (e não eu, porque tenho preguiça), é:</p>

<ul>
<li>O código publicado para o UOL messenger também é o código para o UOL Voip? (me parece que não)</li>
<li>UOL Voip é ou não é um trabalho derivado do Pidgin distinto do UOL Messenger? Se sim, há código a mais no UOL Voip que também precisa ser publicado sob a GPL? (me parece que sim)</li>
<li>Alguém com mais paciência que eu pode tentar contactar o UOL e tentar esclarecer a situação?</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia de recuperar seus R$ 360,00</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2008/01/15/dia-de-recuperar-seus-r-36000</link>
		<comments>http://raisama.net/diary/archive/2008/01/15/dia-de-recuperar-seus-r-36000#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 03:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
	<category>Política</category>
	<category>Leis</category>
	<category>Em Português</category>
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		<description><![CDATA[Lembrete: hoje começa o período para entregar as cartas (ou enviar por carta registrada, para quem trabalha de fora de SP), para evitar que o sindpd-SP tome R$ 360,00 de você em 2008.

O sindicato disponibilizou um modelo de carta para 2008 no site (também tenho uma cópia local).
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrete: hoje começa o período para entregar as cartas (ou enviar por carta registrada, para quem trabalha de fora de SP), para <a href="http://raisama.net/diary/archive/2007/12/05/sem-sindicato-2008">evitar que o sindpd-SP tome R$ 360,00 de você em 2008</a>.</p>

<p>O sindicato disponibilizou um <a href="http://www.sindpd.org.br/images/conteudo/publica/modelo_oposicao_2008.pdf">modelo de carta para 2008</a> no site (também tenho uma <a href="http://raisama.net/sindpd/modelo_oposicao_2008.pdf">cópia local</a>).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>País de brincadeira</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 00:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Rants&#038;Críticas</category>
	<category>Política</category>
	<category>Leis</category>
	<category>Em Português</category>
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		<description><![CDATA[Eu já estou convencido há algum tempo que o brasil não é um país sério. Mas às vezes eu ainda consigo me surpreender, quando encontro mais alguma confirmação disso. Por exemplo, essa semana eu descobri que existe um artigo de uma lei federal com a seguinte redação:

&#8220;Todos os jogos das seleções brasileiras de futebol, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já estou convencido há algum tempo que <a href="http://robteix.com/2008/01/10/este-nao-pode-ser-um-pais-serio/">o brasil não é um país sério</a>. Mas às vezes eu ainda consigo me surpreender, quando encontro mais alguma confirmação disso. Por exemplo, essa semana eu descobri que existe um <a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Leis/L9615consol.htm#art84a">artigo de uma lei federal</a> com a seguinte redação:</p>

<blockquote><em>&#8220;Todos os jogos das seleções brasileiras de futebol, em competições oficiais, deverão ser exibidos, pelo menos, em uma rede nacional de televisão aberta, com transmissão ao vivo, inclusive para as cidades brasileiras nas quais os mesmos estejam sendo realizados&#8221;</em></blockquote>

<p>Descobrir isso é triste como ver os projetos de lei do Aldo Rebelo, mas com a diferença de que essa é uma lei que foi aprovada e está em vigor.</p>

<p>Agora falta eu descobrir que existe alguma outra lei que obrigue a transmissão dos desfiles de escolas de samba pela TV também.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Como finalizar uma noite romântica</title>
		<link>http://raisama.net/diary/archive/2007/12/20/como-finalizar-uma-noite-romantica</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 13:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Habkost</dc:creator>
		
	<category>Humor</category>
	<category>Curiosidades</category>
	<category>Em Português</category>
	<category>Textos Enormes</category>
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		<description><![CDATA[Meia noite e meia. A Paçoca já dormindo. Eu, ainda tentando dormir.

toc, toc, toc, toc, toc, toc, toc

Um martelo?

toc, toc, toc. toc, toc.

O vizinho de cima resolveu martelar meia noite e meia!?

toc, toc, toc, toc, toc

Puta merda. Nesse ponto, a Kátia já tinha acordado também. Levantamos para procurar de onde vem o maldito barulho.

&#8211; Ei, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meia noite e meia. A <a href="http://katia.raisama.net">Paçoca</a> já dormindo. Eu, ainda tentando dormir.</p>

<p><em>toc, toc, toc, toc, toc, toc, toc</em></p>

<p>Um martelo?</p>

<p><em>toc, toc, toc. toc, toc.</em></p>

<p>O vizinho de cima resolveu <strong>martelar</strong> meia noite e meia!?</p>

<p><em>toc, toc, toc, toc, toc</em></p>

<p>Puta merda. Nesse ponto, a Kátia já tinha acordado também. Levantamos para procurar de onde vem o maldito barulho.</p>

<p>&#8211; Ei, vem do vizinho do lado. Não de cima.</p>

<p>Saio para o corredor, e o barulho é alto. Ouço um pouco para me certificar que estou acordando a pessoa certa. É, o barulho vem do apartamento ao lado.</p>

<p>Bato na porta.</p>

<p>Voz de homem: <em>hmmsrmmafmfmmrmrm&#8230;</em></p>

<p><a id="more-1324"></a></p>

<p>Provavelmente ele não falou isso, mas foi o que eu ouvi. Um resmungo ao longe. Toco a campainha.</p>

<p>Voz de mulher: <em>A Maria tem a chave!</em></p>

<p>Minha explicação: estão fazendo uma festa, alguém bateu, acharam que era outro convidado, e ficaram <em>com preguiça</em> de abrir a porta.</p>

<p>Bato na porta novamente. Ouço um resmungo de novo. As marteladas parecem ter parado. Ótimo! &#8212; pensei &#8212; notaram que é o vizinho reclamando mas ficaram com vergonha de atender à porta. Vamos voltar a dormir.</p>

<p><em>toc, toc, toc, toc</em></p>

<p>Porra!</p>

<p>Volto ao corredor, toco a campainha.</p>

<p>Voz de mulher: <em>chama um chaveiro!</em></p>

<p>Minha teoria mudou: alguém brigou e ficou trancado para fora de casa. A outra pessoa ficou tão puta que se recusa a abrir a porta. E manda o sujeito chamar um chaveiro!</p>

<p>Insisto na campainha.</p>

<p>Voz de mulher: <em>estamos presos no banheeeeiro!!!</em></p>

<p>Hah!</p>

<p>Corri para dentro de casa para cair na gargalhada.  Um casal conseguiu ficar preso no banheiro!  A solução que encontraram foi bater no chão e nas paredes para acordar os vizinhos.</p>

<p>Eu grito: <em>vou chamar um chaveiro!</em></p>

<p>Eu fui o primeiro a bater na porta do vizinho para reclamar. O que eu ainda não sei é se isso é porque sou o vizinho mais próximo, ou porque sou o vizinho <em>mais chato</em>.</p>

<p>Procuro o telefone de um chaveiro. Enquanto a Kátia liga, vou tentar acordar a síndica. &#8220;Maria&#8221; é a porteira do prédio. Talvez exista uma chave do apartamento no armário do condomínio. A síndica não atende a porta.</p>

<p>Enquanto tento acordar a síndica, uma vizinha sai para ver o que está acontecendo, porque também está ouvindo as batidas. Nós moramos no 12º andar. A vizinha que levantou mora no 6º andar. 6 andares de distância. Eles devem ter acordado pelo menos metade do prédio com as suas batidas!</p>

<p>Volto para casa. Os vizinhos não devem ter me ouvido: continuam com suas batidas de socorro. Em um determinado momento, ouço alguém gritando para a rua: <em>Estamos presos no banheiro!!!</em>.</p>

<p>É, eles não me ouviram.</p>

<p>Vou até a porta e grito: <em>O chaveiro já está vindooooooo!!!</em>.</p>

<p>Voz de mulher: <em>Obrigado!!!</em></p>

<p>Ótimo. Agora o resto do prédio vai poder dormir sossegado.</p>

<p>Menos eu, porque tenho que esperar o chaveiro.</p>

<hr />

<p>O chaveiro chega e finalmente consegue abrir a porta. Na sala, uma mesinha com uma garrafa de vinho e duas taças. Não reparei nos outros detalhes porque não queria ser <em>muito</em> enxerido.</p>

<p>E finalmente descubro o que exatamente aconteceu:</p>

<p>O banheiro não estava trancado a chave (o que seria estranho, já que o casal estava sozinho em casa). A maçaneta da porta do banheiro caiu. Pego a maçaneta caída no chão e abro a porta do banheiro. O casal, aliviado, sai enrolado em toalhas.</p>

<p>A grande questão não respondida é: como eles conseguiram arrancar a maçaneta da porta do banheiro?</p>

<p>Volto para casa e deixo o casal a sós com o chaveiro. Pelo menos na hora de pagar a conta, o casal merece um pouco de privacidade.</p>

<p>Volto para a cama. Levo duas horas para conseguir dormir, porque não consigo parar de rir.</p>
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